SAIBA O QUE SUA CALCINHA DIZ SOBRE VOCÊ

Tem homem que não sabe, mas ao ver uma mulher de calcinha dá pra saber muito sobre ela. Muitas vezes a calcinha é mais do que uma simples roupa íntima... É a demonstração do nosso estado de espírito! Então vamos ver o que sua calcinha diz sobre você:Fio dentalA maioria dos caras acha mulher que usa fio dental uma vadia. Quando tira a roupa de uma guria pela primeira vez e ela está nesses trajes, o garoto logo acha que ela estava prevendo que faria sexo e por isso é fácil e menos "digna". Mas saiba que não é nada disso. As garotas que usam esse tipo de calcinha são aquelas que gostam do próprio corpo. Elas precisam de muito carinho, atenção e, sobretudo, elogios. TradicionaisAs tanguinhas tradicionais indicam conforto e segurança. Quando ela estiver numa dessas, principalmente se for de algodão, trata-se de alguém que tem certeza do que faz e não liga pra opinião alheia.CuequinhaQuem usa calcinhas tipo cuequinha são meninas de atitude. Elas sabem o que querem e não têm medo de desafios.Coloridas de alcinhaMeigas, fofas e alegres. As ques preferem calcinhas assim são molecas e, ao mesmo tempo, delicadas.De renda vermelhinhaSensual e ousada. Quem usa calcinha de rendinha é envolvente e tem tudo pra ser boa de cama.Calcinhas comestíveisAtrevidas e desinibidas!Sem calcinhaOu está assim porque o vestido marca, ou é esquecida, ou é safada mesmo. No mínimo quer chamar atenção dos paparazzi!Ou então pode ser que nada disso esteja certo... Que a guria só pegou aquela calcinha porque era a única limpa ou a primeira que apareceu na frente dela!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

LIPO E SILICONE: AI QUE VONTADE QUE DÁ!
Tire dúvidas sobre lipoaspiração e prótese de silicone
Lipoaspiração
P. Estou acima do peso. Posso fazer lipo mesmo assim?
R. Se você estiver com mais de 7 quilos acima do ideal para o seu tipo, a lipo é contra-indicada. É importante entender que se trata de uma cirurgia de acerto de contornos e não deve ser encarada como um método para emagrecer. Há um limite de gordura que pode ser retirada.

P. Acabei de pegar uma cor. Posso fazer a lipo já bronzeada?
R. Sim, mas só se você tomou todos os cuidados para garantir um bronzeado seguro e adequado, usando protetor solar e mantendo a pele bem hidratada. Se você “torrou “ no sol, sua pele fica muito sensível para ser submetida a qualquer tipo de procedimento – a própria assepsia (limpeza antes da cirurgia) pode piorar a queimadura local prejudicando o tratamento cirúrgico. Também há o risco de haver hipo ou hiperpigmentação no local da perfuração com as cânulas já que há concentração de melanina (pigmento que colore pele e cabelos) na epiderme por causa do bronze.
P. Tenho pneuzinhos na barriga e nas costas. A lipo é a melhor solução?
R. Sim, a lipo é uma solução para eliminar gordura bem localizada (aquela que não sai com dieta e exercícios), mas o resultado depende de sua pele ter boa elasticidade e de você estar num peso relativamente adequado (no máximo 6 quilos acima do ideal) para seu corpo.
P. Se eu fizer a lipo no fim de janeiro, já vou ter o resultado definitivo em fevereiro?
R. Não. Apesar dos avanços técnicos que reduziram bastante o tempo de convalescença, os efeitos não são imediatos. O desaparecimento do inchaço e a reacomodação da pele podem demorar uns 30 dias. O resultado definitivo chega depois de seis meses a um ano. Esse prazo depende também dos cuidados no pós-operatório e nos meses seguinte à cirurgia, como dieta equilibrada e prática regular de exercícios. Muitas recém-operadas recorrem à drenagem linfática para reduzir o inchaço. Embora seja uma ótima opção, ela só deve ser feita mediante liberação do médico.
P. A lipo tira a flacidez da pele que sobrou?
R. Depende. “Justamente por não eliminar a flacidez, esse procedimento deve ser realizado em pacientes que apresentem pele elástica e gordura localizada. Só nessas circunstâncias, após a retirada de gordura, a pele se retrai e se acomoda na região”, afirma Eduardo Andrade, cirurgião plástico e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Já o cirurgião plástico Sergio Aluani, também membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, diz que, dependendo do grau de flacidez, a pele pode se retrair. “Para isso, o cirurgião deve utilizar técnicas específicas de movimentação da cânula e perfuração durante a cirurgia”, diz ele.
P. Lipo não é cirurgia, ou é?
R. Claro que é! Trata-se de um procedimento cirúrgico que deve ser realizado por um cirurgião plástico, em local adequado, com todo suporte hospitalar necessário para enfrentar eventuais complicações, que podem acontecer em qualquer tipo de operação.
P. Se eu tirar a gordura de uma região do corpo e voltar a engordar, os pneus podem se formar em pontos próximos da lipo?
R. Depende de quanto você engordar. A região lipoaspirada melhora todo o contorno corporal, por isso, se houver um aumento de peso pequeno ou moderado, não ocorrerá perda do resultado. Por outro lado, se você ganhar muito peso, as células de gordura restantes começam a armazenar os excessos (já que as células gordurosas aspiradas não voltam).
P. Como é que vou saber se meu médico é ou não especialista?
R. Basta você consultar o site oficial da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (www.cirurgiaplastica.org.br). Ele oferece informações sobre os cirurgiões pertencentes à sociedade. Mas atenção: eles estão classificados em diferentes categorias — aspirantes, especialistas e titulares. Apenas os titulares passaram pelo teste de aprovação e só eles são especialistas e estão habilitados a realizar cirurgias plásticas.
P. Posso tirar toda a gordura extra?
R. Não. Há um limite máximo de retirada de acordo com cada paciente (mas, em geral, vai de 5 a 7% do peso corporal). O exagero pode debilitar o organismo porque junto com a gordura há também sucção de sangue. Converse com seu médico antes, fale de suas expectativas e ouça a avaliação de quanto pode ser removido do seu corpo.
P. Como é o dia seguinte? Dói?
R. Sim. Embora cada mulher reaja de modo diferente à dor, todas as ex-operadas declaram que sentiram dor. E a coisa piora porque a sensação fica mais perceptível no dia seguinte, quando o efeito da anestesia passa. Prepare-se para uns 15 dias de incômodo, mas saiba que os cirurgiões costumam indicar analgésicos durante o período.
A certo de gordurinhas
“Na adolescência, eu era bem gordinha. Depois que comecei a praticar exercícios e a ter uma alimentação saudável, emagreci 9 quilos. Meu corpo estava ok, mas tinha umas gordurinhas na cintura e na barriga que não saíam de jeito nenhum. Lembro que corria durante uma hora todos os dias, fazia mais de 100 abdominais, seguia uma dieta rigorosa, mas a banha não ia embora. Tinha tanto complexo que não usava miniblusa. Aos 22 anos, resolvi fazer uma lipo. A médica tirou 5 quilos de gordura da barriga, da cintura, das costas! O primeiro dia após a cirurgia foi horrível: sentia tanta dor que eu mesma me xingava de louca por ter feito aquilo comigo. Fiz repouso absoluto e precisava de ajuda até para ir ao banheiro. A dor só ficou tolerável no terceiro dia. Fiz drenagem linfática e usei cinta todos os dias durante dois meses — isso foi muito importante. Conheço garotas que relaxaram no pós-operatório e o resultado não ficou tão bom. Lembro que sentia uma coceira danada, mas, mesmo assim, não tirava a cinta. Como não podia coçar, muitas vezes levantei no meio da noite para tomar banho: era o único jeito do incômodo passar. Hoje, continuo malhando e seguindo uma dieta saudável. Não é só porque fiz lipo que posso comer de tudo, me descuidar, não é?
”Luisa Mell, apresentadora de TV, 27 anos. Operação harmonia “Sempre tive as coxas grossas, bumbum grande e peito muito pequeno. No colégio, em uma aula de biologia, um colega disse: “Professora, a Sabrina não é mamífero, ela não tem glândulas mamárias”. Fiquei complexada. Aos 21 anos, resolvi fazer a plástica. Optei por colocar 175 mililitros. Eu queria uma maior, mas minha mãe não deixou! Hoje agradeço a ela porque, se tivesse colocado mais, teria ficado muito grande! A operação foi tranqüila, mas o pós-operatório foi horrível. Eu chorava de dor. Durante três meses, mesmo com os seios doloridos, tinha que massageá-los várias vezes por dia. Nos seis primeiros meses, o meu peito ficou muito duro. Não conseguia dançar e surfar porque estranhava aquele volume todo. Dormir de bruços também virou um problema, porque tinha medo de amassar o silicone. Aliás, só consegui dormir nessa posição dois anos depois da cirurgia. O curioso é que o resultado final só apareceu mesmo um ano depois, quando os seios finalmente desincharam. Enquanto isso não acontecia, eu achei que a prótese estava grande demais. Então, pela dificuldade na adaptação e por achar que tinha exagerado no tamanho, cheguei a me arrepender de ter operado. Hoje, estou satisfeitíssima com o resultado.”

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